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LIVRO REVELA "FOFOCAS SEXUAIS" DE LIZ TAYLOR

Elizabeth Taylor certa vez declarou que só havia dormido com os sete homens com quem se casou. Sua nova biografia intitulada "Elizabeth Taylor: There Is Nothing Like a Dame", de Darwin Porter e Danforth Prince contradiz a diva hollywoodiana. O livro desmente Liz e afirma que ela fez sexo com vários atores, além dos presidentes americanos, John F Kennedy e Ronald Reagan.
Segundo o tabloide "Daily Mail", os autores da biografia não autorizada, passaram anos procurando escândalos envolvendo a estrela e escreveram o livro que contém "toda a fofoca dos tempos gloriosos de Hollywood". Um dos autores Porter, jornalista veterano e “biografo” de Michael  Jackson, Marilyn Monroe, Marlon Brando e Katharine Hepburn, se tornou amigo do assistente pessoal da atriz, Dick Hanley, e de seu amigo de muitos anos  Roddy McDowall.
Essa relação resultou em muito material e revelações feitas por eles no livro.
A biografia de Liz Taylor (morta aos 79 anos em 2011) relata que ela tinha apenas 12 anos quando perdeu a virgindade com o ator e diretor John Derek, seis anos mais velho. Em outro momento os autores relatam que Taylor flagrou o diretor e seu futuro marido, Richard Burton, fazendo sexo com o ator Peter Lawford. Outra história inusitada insinua que Elizabeth teria tentado chantagear Frank Sinatra a se casar com ela, alegando que estava grávida.
Mas as grandes “FOFOCAS SEXUAIS” são os casos que Elizabeth teve com dois presidentes americanos: Ronald Reagan e John F. Kennedy.

De acordo com a biografia Liz Taylor - precocemente sexualmente e fisicamente matura aos 15 anos - foi ao apartamento do então ator e ex-presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, para pedir um papel em um filme. Reagan, que era casado com a atriz Jane Wyman, deu um drinque a Taylor a tratou com uma adulta.

"Eu posso dizer que ele me queria, mas estava relutante em dar o primeiro passo. Eu dei o passo, queria ser escolhida para interpretar Lolita, poderia ter ganho o Oscar com o papel da ninfeta. Depois de uns amassos no sofá, fomos para o quarto", contou anos mais tarde a amigos próximos.

Outro político que aparece no livro é John F. Kennedy. O então senador encontrou Liz, deliciosa aos 22 anos, e à convenceu a nadar peladinha na piscina do ator Robert Stack. Segundo o livro, a atriz fez sexo a três com os dois. Ela também se vangloriou de ter repetido a "surubinha" com os atores bissexuais Marlon Brando e Montgomery Clift.
A biografia ainda conta que Elizabeth teria dito que dormiu com o então futuro marido da atriz Grace Kelly, o príncipe Rainier.
O livro termina no final dos anos 60, logo após seus casamentos com Burton e não menciona seus últimos dois maridos, o político John Warner e o construtor Larry Fortensky, ambos ainda vivos.
"Elizabeth Taylor: There Is Nothing Like a Dame" recebeu críticas negativas dos fãs da atriz. Um fã chamou a publicação de uma "coleção de mentiras e especulações horrorosas". De acordo com Darwin, o livro reflete a vida maravilhosa que Elizabeth Taylor teve:

"Liz tinha um humor perverso e nos divertia muito com suas histórias ultrajantes, com uma linguagem que remete a filmes pornôs. Ela era uma mulher incrível e fascinante".


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